sexta-feira, 21 de outubro de 2016

O QUE É MAGIA ?






Magia é o ato de evocar poderes e mistérios divinos e coloca-los em ação, beneficiando-nos ou aos nossos semelhantes.
Muitas são as magias já reveladas e abertas ao plano material da vida. Há magias astrológicas, lunares, solares, elementais, espirituais, telúricas, aquáticas, ígneas, eólicas, minerais, etc.
Ninguém sabe ao certo quem as recebeu e as iniciou no plano material. Mas grandes iniciados cujos nomes se imortalizaram na história religiosa, iniciática, esotérica e ocultista da humanidade, com certeza foram os responsáveis por elas e foram os seus doadores.
Pois todo grande iniciado é um mensageiro Divino e traz em si atributos e atribuições divinas não encontradas nas outras pessoas, às quais beneficiam com suas revelações.
Todo grande iniciado já encarna preparado em espírito, e tudo para ele é tão natural que, dispensando os procedimentos religiosos, magísticos, ocultistas ou iniciáticos existentes, dá início aos “seus” próprios procedimentos, pois traz em si uma outorga divina e é iniciador natural das pessoas que se afinizam com ele e o adota como tal.
Só ativa ou desativa magias quem já tiver sido iniciado magisticamente, porque as divindades só reconhecem como aptos para este mistério quem cumpriu as etapas iniciáticas estabelecidas por seu iniciador.


Magia é o ato de ativar ou desativar mistérios de Deus.


Magia é a ‘‘manipulação’’ energética, elemental e natural de mistérios e poderes Divinos.


Magia é o ato de, a partir de um ritual evocatório específico, ativar energias e mistérios que só assim são colocados em ação.


Magia é um procedimento paralelo aos religiosos ou mesmo parte deles.


Texto extraído do livro “A Magia Divina das Velas”- RUBENS SARACENI- 21/10/2016.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

A INSPIRAÇÃO DO AMOR- VINÍCIUS DE MORAIS


Como uma prece de amor, Vinícius de Morais, nos convida  a amar e depois de amar, amar um pouco a mais.


Novos seres, antigos espíritos, sabem o que estou a dizer.

Com o amor vamos conquistar a nova terra prometida.


30/08/2016


terça-feira, 3 de maio de 2016

SIMPLES ORAÇÃO

" Que Nada Nos Defina. 

Que Nada Nos Sujeite.

Que a Liberdade Seja a Nossa Própria Substância." 

(Simone de Beauvoir)



Uma oração Matutina


Senhora deusa da criação.
Senhor deus dos homens.
Faça que me ordenem em seu caos.
Faça silenciar-me nos sons teus.
Faça compreender-te na tua dor.
Faça sorrir-me em tristezas diárias.
Faça acreditar na fé.
Que eu seja a fé professada.
A ordem adquirida.
O silêncio alcançado.
A compreensão mais que necessária.
A alegria verdadeira.
Que eu seja a sua parte divinizada.
Que eu seja a esperança de um dia ser inteira novamente.

( DE MINHA AUTORIA- A BRUXA DO PENHASCO)

segunda-feira, 14 de março de 2016

O BANHO RITUAL - DICA DA BRUXA


Assim como hoje a muitos séculos sempre me vejo fazendo banhos para consagrar meu corpo aos deuses, em meio a um êxtase de divina luz.
Os banhos com ervas e diferentes materiais ritualísticos, servem para limpar os corpos astrais, aniquilar passadas energias estagiadas nos corpos, os chamados miasmas, até mesmo chips alocados nos corpos sutis da matéria, colocados por energias de baixa vibração na qual os magos negros, quiumbas e varias denominações de espíritos trevosos, que usam para sugar a energia alheia em forma de vampirismo e até mesmo roubo do corpo etérico (ver livro Legião-Robinson pinheiros).
Não querendo dar ênfase nesse tema de obsessão e nos vários benefícios do banho energético e de descarrego,mas sim no ritual do banho em sí, gostaria de deixar minha dica de bruxinha...



  • O banho deve ser coerente com suas liturgias e rituais.
  • As ervas devem ter a proporção correta para a intenção do banho.
  • O banho deve ser ativado.

A Ativação do banho:


  • Deve-se conversar com o elemental,dos elementos a utilizados,explicando de forma clara seu objetivo.
  • Consagrar seu banho a dividade relacionada a seu objetivo,divindades está de variadas crenças.
  • Deve-se deter ao cuidado com o horário que o banho é feito,pois se for um banho de descarga energética deve-se fazer a noite,pelo fato da sonolência que este mesmo o dá.
  • Deve-se deter ao dia que é feito o banho,para ativação da divindade regente.
  • Ervas de cascas ou secas devem ser primeiro levadas ao fogo para ativar novamente a sua propriedade,quando estas vão ao fogo,deve se lembrar do poder das salamandras.
  • Ervas frescas podem ser maceradas direto na água do chuveiro.
  • Deve-se cantar ou orar para ativar seu banho,tendo por fim o objetivo claro para ele.
  • Se possível deixar a água secar no corpo.
  • todos os demais instrumentos mágicos,como velas e incensos,músicas,devem estar coerentes com a energia e intenção do banho.
  • Faça seu banho higiênico antes do banho ritual.
  • Deve-se por fim manter a energia do banho até seu fim,pois não adiantará você sair do banho já abaixando sua vibração.

Enfim não estou impondo nenhuma regra,mas o fato é que tudo em meio ritualístico deve ser ativado, para que este atente as suas necessidades.
Dica dada... já!!! ao seu banho delicioso e muito axé a todos.

14/03/2016



sábado, 20 de fevereiro de 2016

CELEBRAÇÃO DO DIA 19 DE FEVEREIRO

Celebração das deusas sumerianas das águas Nammu e Nina, um dos aspectos de Inanna. Como deusa das Águas Primordiais, Nammu assistiu à deusa Mami na criação da raça humana. A deusa Nina, chamada de Rainha das Águas, era representada com corpo de mulher e cauda de peixe ou serpente.
Comemoração de Moruadh, a sereia celta com corpo de mulher e rabo de peixe, cabelos verdes, nariz vermelho e olhos de porca. 

Os pescadores lhe ofereciam conhaque para evitar que ela rasgasse as redes ou afundasse seus barcos.
Segundo as lendas, Minerva, a deusa romana da sabedoria e da justiça, nasceu neste dia.
Dia de Tácita, a deusa romana do silêncio. 

Aproveite a data e acenda uma vela preta pedindo à deusa Tácita que queime nela todos os boatos negativos, as calúnias e as palavras maldosas direcionadas a você, à sua profissão ou ao seu relacionamento. 
Unte, depois, uma vela branca com essência de heliotrópico e acenda-a, pedindo à deusa que silencie para sempre as más línguas e impeça as discussões e fofocas ao seu redor.

informações extraídas do livro - O Anuário da Grande Mãe, Mirella Faur.


De certo o que devemos levar em consideração nessa data é que o passar dos tempos não apaga a  FORÇA do divino e é no silêncio que encontramos o ser submergido que realmente somos.
Analisando as divindades e suas lendas vemos que a experiência e evolução do ser humano nos mostra que o medo e submissão passou hoje a ser respeito e adoração, os medos vencidos de grandes civilizações,os monstros marinhos passaram a ser sensuais mulheres e hoje em dia mães sensíveis das águas, não anulando suas personalidades perigosas e maliciosas.
Mas a que preserva é dividades amorosas, justas e silenciosas, reflexo de amor do deus na terra que fecunda e faz florescer a vida.




Calendário a parte, todas as civilizações nos mostra a importância do culto ao divino, é o passado nos dando diretrizes fieis de respeito e gratidão.

A sagrada família e todos os sentimentos que a envolvem o sagrado lar, em diversa imagens em diversos tempos eles sempre estevem presentes e assim deve prevalecer.

Que o silencio de meu lar, que no silencio das águas submergidas, esses monstro aquáticos possam se apaziguar e que o divino deles se mostrem para mim, me abençoes, abençoem meu lar e meu templo particular.
Na retidão nasce as águas límpidas do meu verdadeiro ser.

O mistério das águas sempre vai ser mistério, suas deusas, guardiões e elementais...No silêncio deito-me em vasta areia a beijar as águas que dançam sinuosas eu e o céus estão de prova que as lindas sereias existem, cantam e me aconselham a submergir em meu ser divino, em um narcisismo me entrego por instantes pois o pecado de se amar não existe e eu simplesmente sou feliz.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

A LUA NEGRA

QUESTIONANDO O SER.


Venho questionar as visões  distorcidas de lilith...Sinto dentro de mim a necessidade de tal, como sendo portadora de algum conhecimento que foi ao longo do tempo encoberto por mitos  inquestionáveis, sobre a orbe hebraica-judaica e  católica do ser demoníaco que é a imagem da mulher.
Levando o pesamento para o lado filosófico e holístico da situação abordada.
Tendo em consideração meus conhecimentos e não uma teoria inquestionável do assunto,apenas expondo meu ponto de vista, tendo como base uma visão espiritual, da criação humana, na minha própria conclusão da gênese.
Somos seres duais criados pela força de criação astral e filhos do planeta terra,somos luzes em um corpo terráqueo.
Somos seres tridimensionais em busca da quarta dimensão, em busca da essência divina, em busca de ser novamente parte do criador em totalidade.
Portanto somos seres quartenários em um sistema dual, mas na realidade somos além do que simplesmente achamos que somos.
O quarteto mitológico Adão, eva, lúcifer e lilith, são corpos, dimensões, sentimentos da nossa própria criação, são o projeto ser humano, são o quartenário da crianção.
Tais seres existem dentro de nós desde nossa crianção no éter da essência divina, eles são o quarteto que habita em tudo, na alquimia, na física, nos cultos religiosos, na astrologia e todas elas os explicam e cultuam de variadas formas.

Adão é o nossos corpo material, feito da terra e para ela retornaremos, todos os minerais dela que pulsão em nosso organismo é prova de nosso materialismo, pressos nela pela lei da gravidade, para vivermos dela e aprendermos que somos criaturas e não ciadores, somos regidos por leis físicas e espirituais e assim devemos nos resignar a elas e purificarmos, mesmo sabendo que somos humanos,descobrirmos deus, sem negar a nossa essência terráquea, obedecer as leis do"Éder" é simplesmente nos aceitarmos como seres criados e esvaziarmo-nos do nosso egoismo.
Eva é água, a fonte de nossa vida é nosso corpo etérico, aquele a qual moldamos dependo do nossos sentimentos é nosso espelho criado da "costela de Adão"é o reflexo da água que teimamos em não enxergar em nós, pois só vivemos no sentido terra (materialismo) e nos esquecemos que somos vida e somos água; Eva é o lado feminino da criação, aquela que nos acolhe é submissa ao amor incondicional por Adão, ela é criação dele, em nosso corpo etérico somos nossa essência vibracional e seu estado varia de acordo com o sentimento que alimentamos é o nosso lado dual da criação, se submeter ao "pecado" com Adão é ser passível ao egoismo e todos sentimentos mesquinhos e pequenos.Eva é o nosso consciente.
Lúcifer é fogo, é luz é explosão é o nosso corpo mental é as reações químicas que ocorrem em nosso corpo é a vida é o "escolhido de deus" é o mais prestigioso pois ele é o sopro dele na terra é a espada é a guerra é o fogo regenerador, livre do corpo material somos nosso corpo mental, essência pura da criação é o que realmente somos, o medo de lúcifer em nós é nossa prisão psíquica de inferioridade e quando descobrimos quem realmente somos, somos capazes de questionar a criação, só assim evoluirmos e nos tornar parte daquilo que é nossa herança divina, é nos impor ao que realmente somos, "parte da criação" por excelência, isso não é ser superior ao criador é ser IGUAL a ele, é ser luz.
Herdeiros do trono divino e não usurpadores e ladrões do reino.

Lilith é o ar é nossa liberdade é nosso corpo búdico é a plena consciência de quem somos é a escuridão recolhida em nós é a aceitação de nossas trevas é ser iluminado e mesmo assim se descobrir escuro e em constante evolução; é o medo que nos torna vivos é o oposto a Eva é aceitar nosso inconsciente é o único caminho a perfeição é o nosso desejo é a mensageira da criação é por ela que tudo tem funcionalidade, Lilith é acima de tudo a sombra do ser e a aceitação dela que nos faz superiores a Adão, deusa antiga, a lua negra dos astrólogos, a face oculta da deusa, a lua simbolo da sensualidade, aquela que comanda os ciclos e as mares, a deusa que guarda os portões do inferno cristão, a deusa da babilônia, para mim ela é a sombra que negamos é o demônio que renegamos é nossa essência mais divinizada que não vemos é o inconsciente de Froid é o mais profundo ponto de ligação com o divino, o que mais negamos é o que somos;
É a "pecadora, devoradora de crianças" é nosso desejo mais reprimido que nos torna humanos em busca do divino, negar a treva é negar a existência da luz e é pelo caminho das trevas interiores que descobrimos o ser natural que somos e só pela falta da luz que descobrimos a necessidade e importância dela, negar a sombra que se faz na presença da luz é ser vazio.

Somente aceitando Lilith é que caminharemos para o corpo átmico, o éter da criação, a quinta dimensão, a nossa real morada.
Lilith é sim superior a Adão, basta nos libertar das amarras mundanas e egocêntricas, para completarmos nosso verdadeiro ser quartenário, somos portanto Adão, Eva, Lúcifer e Lilith; criações divinas e perfeitas.
Terra, água, fogo e ar. Somos materiais e espirituais, seres duais, femininos e masculinos, negativos e positivos, humanos e divinos, mundanos e deuses, somos quatro,três, dois e um, em busca do todo, da totalidade que nos rege, para nos igualar a essência que nos cabe alcançar aceitando quem realmente somos."filhos do mesmo pai".

OBS: Os rituais  nos dias da lua negra são muito importantes, porém não é somente estar despido e ter uma conduta libertinosa sem sentido e sem ética, devemos saber sobre nossos reais desejos e não confundi-los com desejos mundanos e sexuais.
Façamos desse dia um religar sério e levemos esse auto-conhecimento para todos os dias.




sexta-feira, 7 de agosto de 2015

EXERCÍCIO DA MEDIUNIDADE

MEDIUNIDADE / INCORPORAÇÃO

O que devemos compreender é que o auto-conhecimento é a ferramenta para uma saudável comunicação com a entidade.


Por mais que pedimos uma canalização sem "ruídos" não existe uma informação somente espiritual, porque tal informação será processada por um sistema neurológico no qual seja adequado para um plano material, daí a importância de um eu-consciente de nossos sentimentos e ações, um bom discernimento de nossas faculdades humanas, bom senso, caráter, moral, ética e nossa bagagem de conhecimentos múltiplos.
O que chamamos de mediunidade é o intercambio de uma entidade manifestante de uma
ideia na qual cabe a nos discernir e passa-la de forma racional, então subtende-se que existe uma terceira consciência que é essa junção de conhecimento, para concluir existe também,para concluir existe também a fonte divina aquela que nutre essa ligação esses dois serem, adivinhem dessa mesma fonte, uma vibração una.

isso se refere ao que chamamos de exercício da mediunidade...


.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

POEMA DE SARA

“ O Céu é meu teto, a Terra é minha pátria e a Liberdade é minha religião "

Então ela , Sara olhou para mim...
Tão enigmática, quanto terna e serena.
Não tanto quanto a velha bruxa do noroeste. 
Deixou no ar a sensação de serem as mesmas, assim como a Deusa em sua tríplice jornada, pela jovem a gestante e a velha.

Dança Sara, empunha seu punhal e venha rever seu grande amor, transcenda com ele e viva verdadeiramente no plano eterno.
No mais minha pequena criança é isso que posso falar sobre mim, sou a luz do mar, sou o orvalho frio da manhã, sou a brisa leve, sou o floco de neve, energia sutil , leve e branca na qual todas as cores reflacionam de mim. Eu sou sara, a cigana.




UM CAMINHO PARA A FELICIDADE



                                      
                                 
O Mar avança e recua da beira da praia.
 É assim a vida em perdas e ganhos,em alegrias e tristezas, em sentimentos que vai e vem.
Cada um com um objetivo, escolhas para seguir, caminhos para trilhar, estejamos sempre preparados para as mudanças repentinas.
Para os destinos da vida.

Só um sereno de paz, amor e com caridade, trilharemos um caminho para a FELICIDADE.

MAIKON VILELA




Meu querido irmão, psicografia auditiva, recebida no dia 08/03/20015, dia do meu aniversário.
 Direito de anonimidade ao médium.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

O EFEITO SOMBRA









" O ser humano é uma casa de hóspedes.
Toda manhã uma nova chegada.
Alegria ,depressão,falta de sentido,como visitantes inesperados.
Receba e entretenha a todos
Mesmo que seja uma multidão de dores
Que violentamente varrem sua casa e tira seus móveis.
Ainda assim trate seus hóspedes honradamente.

Eles podem estar te limpando
Para um novo prazer.
O pensamento escuro,a vergonha,a malícia,
encontre-os é porta rindo.
Agradeça a quem vem,
porque cada um foi enviado
como um guardião do além."

RUMI - MESTRE SUFI DO SEC.XII



quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

O TRISKLE

Triskle é um símbolo celta que representa as tríades da vida em eterno movimento e equilíbrio. Nascimento, vida e morte. Corpo, mente e espírito. Céu, mar e terra
Este importante símbolo, também conhecido como triskele, triskelion ou tryfot, é uma espécie de estrela de três pontas, geralmente curvadas, o que confere ao símbolo uma graciosa fluidez de movimento. Pode ainda ser definida como um conjunto de três espirais concêntricas. É um dos elementos mais presentes na arte celta, e tem sua origem atribuída aos povos mesolíticos e neolíticos. O triskele é um antigo símbolo indo-europeu. Também era utilizado por povos germânicos e gregos.
Os Celtas consideravam o três como sendo um número sagrado. A primitiva divisão do ano em três estações - primavera, verão e inverno - pode ter tido seu efeito na triplicação de uma deusa da fertilidade com a qual o curso das estações era associado.
Ou seja, o triskle, com suas três pontas, está associado ao fluxo das estações e por conseqüência representa a própria Deusa. Ademais, temos uma conexão óbvia com as três faces da Deusa (Donzela, Mãe e Anciã), bem como às três fases da lua (crescente, cheia e minguante), ou ainda com nossa natureza tríplice (corpo, mente e alma). Assim sendo, fica clara a importância do triskle para a religião da Deusa. Sua presença em achados arqueológicos em terras celtas, da Irlanda à Europa Oriental, atesta sua ampla adoção pelos Antigos.

A iconografia continental atribui grande ênfase ao simbolismo da tríade, o conceito da triplicidade, e o conteúdo mítico-literal ausente no continente é amplamente fornecido pela infindável variação desse tema na literatura irlandesa e galesa.


"Certa que isso não é tudo,nem ao menos o fim desse assunto,o que sei é apenas que ele gira,que ele é um símbolo de família,que agora é universal,símbolo de uma era,de uma tribo,símbolo talvez de uma grande ordem,ou até mesmo de uma pequena ordem,sei que a bruxa do noroeste,fala sobre ele e eu o reconheço até hoje,como sendo um portal entre mundos distintos,distantes,diferentes e no exato momento do giro eles se cruzam e novamente posso abraça-la e disser: mãe eu ainda reconheço você,minha sacerdotisa maior,pelo triskle,pela estrela pelo giro das estações."

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

IMBOLC


Imbolc - o crescimento da luz
(Imbolg, Oimelc, Candlemas, Treguenda Lupercalia)

HS: 01°/02 de Agosto HN: 01°/02 de Fevereiro

Este Sabbath originou-se na antiga Irlanda, nas comemorações da Deusa Brighid, Brigid ou Brigith, homenageada como a "Noiva do Sol". Apesar de estarem no auge do inverno, este festival era dedicado ao aumento da luz e ao despertar das sementes enterradas na terra congelada. Na Roda do Ano, Imbolc é o oposto de Lughnasadh e festeja a Deusa como Donzela.

Imbolc ocorre seis semanas após Yule, simbolizando a recuperação da Deusa após o parto da criança solar e sua transformação em Donzela jovem e cheia de vigor. A Igreja Católica aproveitou o antigo significado pagão e transformou esta data na festa da Candelária, a Purificação de Maria. A própria Deusa Brighid foi cristianizada como Santa Brígida e seu santuário foi transformado em um mosteiro de monjas.

Brigidh ou Bride (pronuncia-se Bríd), era uma Deusa Tríplice, regente da Inspiração (arte, criatividade, poesia e profecia), da cura (ervas, medicina, cura espiritual e fertilidade) e da Metalurgia (ferreiros, ourives e artesãos). Por ser uma Deusa do Fogo, era homenageada com fogueiras, rodas solares, coroas de velas e rituais que despertavam ou ativavam o Fogo Criador. As lendas celtas descrevem-na como a Deusa em sua apresentação de Donzela tocando, com seu Bastão Mágico, a terra congelada pelo Cajado da Anciã, despertando-a para a vida e aumentando a luz do dia.

O Sabbath Imbolc, cujo nome significa "apressar-se", celebrava o aumento da luz e a derrota do inverno. Na véspera, todos os fogos e luzes eram apagados para serem reacesos, ritualisticamente, com as brasas das fogueiras dedicadas a Brigith.

Neste dia, com a comemoração do Disting, os povos nórdicos "enterravam" a negatividade e as agruras do inverno, acendendo fogueiras nas encruzilhadas e purificavam a terra, salpicando sal e cinzas sobre ela.

A versão romana deste Sabbath (que originou a Treguenda relativa na Bruxaria Italiana) era a Lupercália e os alegres festejos para as Deusas Frebua, Diana e Vênus.

Na maioria das Tradições da Wicca, nesta data, são feitas as Iniciações dos novos adeptos e as Confirmações das Sacerdotisas. Por ser Brigith uma Deusa da cura, padroeira das Fontes Sagradas, ela era invocada nos rituais de purificação e cura, sendo reverenciada nas Fontes a ela consagradas. Até hoje, em certos lugares da Grã-Bretanha e Irlanda, as pessoas amarram fitas ou pedaços de roupas nas árvores próximas às antigas Fontes Sagradas, atualmente dedicadas a Maria ou às santas católicas, orando para obter a cura de seus males.

A atmosfera deste festival é marcada pelo despertar das sementes, dos novos planos e novos projetos, pela iniciação em um caminho espiritual ou em novas oportunidades, pela aceleração e renovação das energias, pela purificação e pelo renascimento material ou espiritual, pela busca de presságios e pela preparação para sua realização.

Imbolc é uma data propícia para despertar a criatividade e abrir-se para a inspiração por meio da poesia, canções, narrativas, desenho, cerâmica ou dança.


Fonte: FAUR, Mirella. O Anuário da Grande Mãe: guia prático de rituais para celebrar a Deusa - São Paulo: Gaia, 1999

SEGUE UM ÓTIMO LINK:

http://mirhyamcanto.blogspot.com.br/2009/07/imbolc-sabbat-da-promessa-1-de-agosto.html

terça-feira, 15 de abril de 2014

A MANSÃO CRYSTIAN

Sem cortes e sem mudanças, a inspiração de um certo dia infantil e doce em que eu ainda olhava pela janela.

De uma janela, no alto da mansão CRIYSTIAN; surge Sofia, linda porem triste com o que avistava, a caruagem está chegando, a caruagem do seu prometido.
Sofia é filha de Fiona e o conde Fernão, dono de vastas terras, ambicioso, prometeu a filha a um casamento com o filho de Frederico CONVINCE, também um rico fazendeiro, um casamento é um bom negocio, quando se fala em heranças, por outro lado Estevam Convince, apaixonado pela a beleza de Sofia que resplandecia os seus quatorze anos.
Sofia porém não o amava mas correspondia aos seus carinhos, mesmo sem saber de suas reais intenções.
    _ seja bem vindo meu grande amigo Frederico Convince, desde o casamento de seu outro filho venâncio não o vejo.
  _ Pois aqui estou e trouxe Estevam ele está que não aquenta de vontade de rever Sofia.
  _ pois, então entrem vou chamar sofia e mandar nos trazer alguns aperitivos, a viagem é longa e suponho que estejam cansados, sentem-se e fiquem a vontade.
  _Por favor senhor Fernão Sofia é o que me basta...       

segunda-feira, 17 de março de 2014

FRAGMENTO DO LIVRO DAS SOMBRAS


1.0 livro das sombras:

"somos o que pensamos,tudo que somos surgem com nossos pensamentos e com eles fazemos o nosso mundo."
"tudo o que a mente humana é capaz de criar, também é capaz de conceber."
"suba o primeiro degrau com fé, você não precisa ver toda a escada."
"temos o universo dentro de nos."
"vos sois deuses."

Herdeiros por direito,luz.
Eu sou criação, única, criada para a excelência. Perfeição.
Mas esta é a minha verdade, eu que sou Morgana, conto-vos estás coisas, Morgana que em tempos mais recentes é chamada Elaine.

KJAERLIGHET GUDEN OG GUDIN NEN SOM BORI DERE,GJ0R VERB.

terça-feira, 4 de junho de 2013

O MUNDO É UM MOINHO DE TEMPO




Desculpem a demora, quem quiser desculpar, gostaria de poder escrever todos os dias, seria um favor que faço a minha alma, porém tenho planos, que consomem como kromos, o meu precioso tempo, como é triste escrever isso, mas nem nos damos conta que somos gerenciados pelos nossos equívocos porque não fazemos o que queremos?Talvez a psicanalise explique mas hoje não quero saber.
"o mundo é um moinho" de nosso saudoso cartola, me faz pensar que ainda tenho tempo, olha ele novamente, acho então que a questão é mesmo o tempo.
Ou melhor a questão é sentir o tempo e nos sentir nele, que bem me faz escrever é um exercício individual e coletivo, levando em consideração os ensinamentos de Graciliano Ramos, exercitar algo cíclico, implícito, reciproco e irônico, o mundo nos enclausura, angustia e nos sentimos solitários, mas em uma caminhada de chão vermelho e sol sereno, alguém diz levante a cabeça e assim o fiz, o que eu vi? 
O horizonte e as montanhas em cadeias e me vi ali no meio desse vale, pequenina e por um instante me senti novamente presa e por um instante me senti livre, porque me senti capaz de ir até o topo dessas montanhas e gritar, então talvez nos falte o conhecimento intelectual, a oportunidade de ter um diploma, a falta do básico, isso fere oprime, o estômago ronca e a força aumenta.
Poque sabemos que pode-se negar os diplomas, a oportunidade o básico, mas não pode nos negar a vontade de aprender, de persistir e de fazer nosso próprio caminho de oportunidades, pode demorar mas sabemos que ela existe, mínima, fraca, invisível, mas ela existe.
E assim nos tornamos animais, fortes as negações, fortes as ridicularizações, fortes as descrenças do outro, porque embaixo do sol sereno que apareceu depois da chuva e acima do chão vermelho alguém me diz, para ir em frente a acender minha chama, porque a faísca é o meu querer, o meu consentimento e minha vontade, porque nesse dia eu vivi, no tempo em que eu me senti ali, no meio de um vale, na minha escuridão, eu estava ali, no meu tempo e eu ouvi..."o mundo é um moinho".
Talvez esse texto não seja uma obra de arte, mas me ajudou e espero que tenham no mundo pessoas que consigam chegar até o fim de uma leitura, o exercício da escrita é um remédio, oriundo de nos mesmo, parece até um mecanismo do próprio corpo para refrigerar-se das angustias mundanas. Parece uma representação visual de sentimentos, que nos faz sentir escritores de nosso próprio vale.